quarta-feira, setembro 15, 2004

Me voy me voy me voy

Aviso os leitores e os restantes quase famosos que estarei até Segunda Feira impedido de postar na terra fria da Carlsberg, da Rebecca Romjin-Stamos e dos Raveonettes, usufruindo não necessariamente dos items referenciados. Quando regressar, o concerto dos Libertines e a razão pela qual o Pedro Adão e Silva e o Eduardo Nogueira Pinto escreveram sobre Madonna nos seus outros blogs (este e este) e não aqui no QF (avanço resposta resumida: Madonna não é música, é teatro).

Entretanto, será sempre bom registar que o QF começa a fazer escola:

"Não se pode dizer que estejamos habituados a isto. Uma banda em plena ascenção e no pico absoluto da sua criatividade vir a Portugal para que a possamos ver nesse momento decisivo - pelo qual todas passam - em que se define se permanecem na posteridade ou se simplesmente nos ficam como a brisa esporádica que um dia soprou, agradou e desapareceu. Não tivemos essa possibilidade com os Strokes ou com os White Stripes, mas tivemo-la já este Verão com os Franz Ferdinand. E agora (Sexta 10, Lisboa, Paradise Garage, 21h) com os Libertines" (Moi-même, 06/09)

"São raras as ocasiões em que o público português pode assistir a um concerto de uma nova banda britânica no momento preciso em que esta prepara a descolagem para outro nível, o do sucesso generalizado (ou do glorioso falhanço). O último Sudoeste trouxe-nos os Franz Ferdinand no momento certo; sexta-feira, dia 10, é a vez dos LIBERTINES no Paradise Garage, em Lisboa." (Gonçalo Palma, Luís Guerra e Rita Guerreiro, Blitz, 07/09, pág. 23).

Spooky.

FMS